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A Poesia do Drible

"Um pouco mais de sol - eu era brasa, Um pouco mais de azul - eu era além. Para atingir, faltou-me um golpe d'asa... Se ao menos eu permanecesse aquém..." - excerto de "Quasi", de Mário de Sá Carneiro

"Um pouco mais de sol - eu era brasa, Um pouco mais de azul - eu era além. Para atingir, faltou-me um golpe d'asa... Se ao menos eu permanecesse aquém..." - excerto de "Quasi", de Mário de Sá Carneiro

A Poesia do Drible

13
Nov25

Tudo ao molho e fé em Ronaldo

Leprechons retiveram o Pote de Ouro


Pedro Azevedo

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Entre as coisas que fazem muito pouco sentido em Portugal está a escolha de Roberto Martinez para Seleccionador da equipa de futebol do nosso país: dá-se o paradoxo de termos alguns dos melhores futebolistas do mundo, que jogam no campeão europeu PSG ou em clubes de topo da Premier League e da Serie A italiana (e ainda Ronaldo, o maior goleador da história do futebol), a serem comandados por um homem que treinou o Wigan (na cidade, o clube de referência nem sequer é de futebol mas sim do Rugby League, a variante oval de 13 que se profissionalizou bem antes do mais conhecido Rugby Union, de 15) e um Everton muito longe dos seus melhores tempos. Não surpreende assim que o futebol de Portugal não tenha uma matriz própria (tem, sim, várias matrizes que se escondem sob a pomposa expressão "Versatilidade Táctica", mas cujo resultado é indecifrável para a maioria dos portugueses que são leigos em cálculo matricial), que a escalação do nosso onze seja habitualmente feita ao arrepio das características identitárias dos nossos adversários, ou que as substituições pareçam originadas nos bolinhos de sorte chineses. Ontem, num jogo contra uma equipa iminentemente física como a irlandesa, Martinez deixou Palhinha de fora em função de Ruben Neves (um dos fetiches de Roberto), menosprezando o impacto da primeira bola por alto e a intensidade, poder físico e raio de acção do médio do Tottenham. Depois, sabendo que não podia contar com Nuno Mendes e que o lateral esquerdo seria um pé direito e assim muito menos profundo, o Seleccionador escolheu para o acompanhar na ala um jogador sem rotina de corredor (João Félix), condenando o flanco esquerdo português à clandestinidade. Para complicar ainda mais a tarefa, Roberto Martinez apontou Bernardo para avançado pela direita, outro jogador com tendência para vir para dentro. Retirando à equipa uns bons 20 ou 30 metros de largura e outros tantos de profundidade, Martinez foi ao encontro das melhores características dos irlandeses, permitindo que se concentrassem no centro do campo e oferecendo-lhes combates de duelos corpo-a-corpo no miolo e rápidas transições nas costas da defesa lusa. E assim, se a reabilitação de Félix, tarefa que não se esperava fazer parte do cardápio de um Seleccionador. prossegue em bom ritmo, a da Irlanda acabou por ser de todo inesperada. Curiosamente (ou talvez não), uma coisa teve a ver com a outra, ou não tivesse nascido de uma total falta de compromisso defensivo de Félix, falhando a marcação ao jogador que de cabeça correspondeu a um canto, o primeiro golo irlandês. Não avisados por um prévio remate ao poste da nossa baliza, a Selecção ainda viria a sofrer um segundo golo irlandês antes do intervalo (má abordagem de Rúben Neves). 

No reatamento, Martinez fez uma substituição estapafúrdia e tirou o único homem (Cancelo) que estava a dar profundidade à nossa equipa. Também retirou aquele jogador que conseguia promover jogo interior sem oposição (Inácio) por troca com um Renato Veiga que, provavelmente contagiado pelo mais usual ambiente vivido no Aviva, impressionou no remate aos postes... de rugby. Como se já não fosse suficiente, de seguida o capitão Ronaldo fez-se canhestramente expulsar e o jogo terminou praticamente aí. Com tudo já perdido, então finalmente entraram o Trincão e o Leão, mais tarde ainda o Ramos, que após o intervalo se podia ter juntado a Ronaldo (o "Espalha-Brasas" Conceição desta vez não saiu do banco). 

No fim do jogo, o encantador de serpentes que também é Seleccionador de Portugal foi mais comedido na verve do que habitualmente. Não se estranhou. É que ontem a noite só deu palco a um papagaio (Parrott). 

Depois da qualificação pela segunda vez desperdiçada, vem aí o último match-point contra a Arménia. E há o espectro de ficarmos fora do Mundial. Para já, ontem, os leprechons retiveram o Pote de Ouro. 

Tenor "Tudo ao molho...": Vitinha

10
Set25

Tudo ao molho e fé em Ronaldo

O Inversor


Pedro Azevedo

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Galileu aperfeiçoou o telescópio de Lippershey (a "Luneta") e Bell patenteou o telefone. Edison concebeu a lâmpada e Rontgen descobriu o Raio-X. Benz urdiu o automóvel movido a gasolina e Jobs teve a visão do iPod, iPad e iPhone. E depois apareceu Roberto Martinez. Ao contrário dos outros, o senhor Martinez não é bem um inventor, embora lhe possam ser imputados alguns inventos. Na verdade, ele é mais um inversor do que um inventor. Eu explico: desde o princípio do futebol que conhecemos o conceito de médio centro ou médio central, mas inovadora foi a ideia do central médio, uma inversão dos termos. Como todos os inventos implicam experiências prévias e experiências necessitam de cobaias, a fava hoje calhou ao Ruben Neves, um bom jogador e de resto um excelente homem, por tudo o que se tem visto e ouvido no "post mortem" do nosso "eterno" Diogo Jota. A ideia de Martinez é que a inversão da frase (ou palavra-composta) não lhe mudasse o sentido, como uma anástrofe ou hipérbato, ou seja. que no relvado o Ruben fosse um médio central quando se tratasse de construir. O problema é que se esqueceu da bola, ou melhor, do que ocorreria quando Portugal não tivesse a bola. Num rigoroso exclusivo mundial, "A Poesia do Drible" teve acesso à reunião da equipa técnica onde ficou definida a táctica para o jogo. Aqui fica um breve resumo: estando todos presentes, logo Roberto Martinez comunicou a sua ideia de lançar Ruben Neves como central. Um dos seus adjuntos de pronto inquiriu: "Oh Roberto, e quando não tivermos bola?" Martinez não se fez rogado: "Como não termos bola? Não vês que há sempre uma bola em campo?" A equipa técnica anuiu como um todo, embevecida com a sabedoria do seu líder. Estavam já de saída, quando outro adjunto se lembrou de perguntar: "E se a bola não estiver em campo? Se, por exemplo, sair pelas linhas laterais ou finais?" "Bom, se a bola não estiver em campo, então o adversário não nos pode agredir!" - respondeu Martinez. Os adjuntos não precisaram de se entreolhar para concluírem estarem na presença de um génio, e entoando o kumbaya logo chamaram os jogadores para lhes comunicarem a decisão sobre o Onze. Mais tarde, no campo, provar-se-ia faltarem-nos centímetros no centro da área para defendermos nas alturas os gigantes húngaros. E assim sofremos 2 golos quase a papel químico (o que já se sabe ter um negativo), pelo que só uma acção decisiva de Cancelo evitou que por estas horas de lágrimas os olhos de Martinez estivessem cheios (o que também é uma anástrofe de "os olhos de Martinez estivessem cheios de lágrimas"). O resto foi o costume: Vitinha e o Neves João coincidiram, o que é bom, e Silva Bernardo e Fernandes Bruno também, o que é mau, chegaria bem só um deles. Ronaldo Cristiano marcou e em branco ficou Ramos Gonçalo, para dos "haters" desespero. Nada de novo também aí (mas eles não desistem). Neto Pedro correu e correu e Mendes Nuno usou e usou a cabeça. A novidade, que já não é tão nova depois da Arménia, foi a maturidade demonstrada por Félix João, provável consequência de com Ronaldo a conviver ter passado (há que manter o hipérbato até ao fim). No fim, a qualidade individual dos nossos jogadores impediu que uma vitória por 3-2 tivesse sido uma derrota. Mas isso não seria uma inversão, mas sim uma invenção. À Edison, porque não haveria um Professar Pardal sem um Lampadinha. Pelo menos foi o que nós aprendemos desde pequeninos com o Disney, esse sim um inventor no ramo da animação. Ramo da animação de onde tambem veio "Bob, o Construtor" (isto anda tudo ligado). Animemo-nos, então. Afinal, ganhámos, não é verdade? E já cá canta uma Liga das Nações (alguém me tire a dúvida se foi real ou desenho animado).. 

Tenor "Tudo ao molho...": João Cancelo 

23
Set23

O milagre ali ao pé


Pedro Azevedo

Esteve para ser épico, mas não deixou de ser muito bom. Ao 6º embate em Campeonatos do Mundo, a Selecção nacional de rugby não perdeu, confirmando o crescimento competitivo de Portugal na modalidade da bola oval.  

 

O adversário era a Geórgia e o palco uma das catedrais do rugby europeu. Em Toulouse, os "Lobos" entraram mal no jogo contra a sua habitual némesis no Torneio das 6 Nações B, os "Lelos". Provavelmente nervosos e desabituados de jogar perante uma multidão, começaram por ceder um ensaio nascido na imaginação do defesa Niniashvili (jogador dos franceses do Lyon, no Top 14) e transposto em pontos pelo ponta Tabutsadze. Perdendo "touches" (alinhamentos) e disparando pontapés tácticos à toa, Portugal não conseguia criar uma boa base que fizesse evidenciar a sua melhor qualidade: o jogo à mão. Pior, a pouca disciplina em "rucks" (formações espontâneas) e a inferioridade nas "melées" (formações ordenadas) penalizavam-nos com faltas que levavam os georgianos para os postes. A factura não tardou a chegar: 0-13 aos 33 minutos de jogo. Até que de uma troca de pés e posterior aceleração de Raffaele Storti nasceu, quase do nada, o ensaio de Portugal. Samuel Marques, que não tem estado ao seu nível neste Mundial, falhou a conversão, mas ainda assim a Selecção saiu para o intervalo com um resultado bem mais lisonjeiro do que a exibição. 

 

No segundo tempo tudo mudou. Subitamente, Portugal começou a dominar o jogo no chão e os alinhamentos, criando condições de sustentabilidade para fazer girar a bola entre os seus três quartos. Surpreendidos com o ímpeto português, os "Lelos" iam fazendo faltas, o que nos permitiu através de penalidades reduzir o marcador até aos 11-13. Portugal não desarmava e de uma perfuração de Jerónimo Portela, filho do antigo mundialista Miguel Portela, saiu a subtileza de um "offload" (passe nas costas) que libertou Storti para ligar a moto e só desligar o motor na zona de ensaio. Storti, nascido em Portugal e filho de pai italiano, bisava assim no jogo. Um grande momento para o antigo jogador do Técnico, actualmente no Béziers, de França, um clube do segundo escalão gaulês mas com uma história imponente (terceiro melhor palmarés) no Top 14 (primeiro escalão). Com o subsequente ensaio transformado, Portugal adiantava-se no marcador: 18-13.

 

Faltavam 21 minutos, quase uma eternidade no rugby. Mas Portugal jogava bem e o seu nervosismo inicial havia-se agora transferido para os georgianos. Tivemos então uma série de boas cargas de avançados e de sequências à mão na área georgiana, que com um pouco mais de calma se poderiam ter materializado em penalidades ou ensaios. Infelizmente, não conseguimos materializar essas acções em pontos. E como quem não marca habilita-se a sofrer, de uma precipitação de Pedro Lucas, que entrara a substituir Samuel, nasceria a penalidade da qual resultaria um alinhamento em cima da linha de ensaio que seria a base para um "maul" dinâmico (progressão com a bola em pé, com os jogadores de ambas as equipas em contacto) que daria o empate à Geórgia (a conversão do ensaio foi falhada) quase ao cair do pano. Faltavam poucos segundos e Portugal tinha de repôr a bola no meio-campo georgiano. E surgiu uma falta, mais uma vez proporcionada pela excelente acção dos nossos avançados no "breakdown" (momento posterior à placagem e anterior ou concomitante ao "ruck"). Era o último suspiro, o milagre ali no pé direito de Nuno Sousa Guedes, que se perfilou para bater a penalidade. Todos nos lembrámos do pontapé de Samuel Marques no último segundo no Dubai, que nos qualificou para o Mundial. Seríamos nós capazes de repetir tal feito? Só que a bola produziu um efeito esquisito e no último momento afastou-se dos postes. E assim, com um efeito, ficou sem efeito a primeira vitória de Portugal num Mundial.

 

Quem não acompanhe a modalidade em Portugal poderá achar histérica ou despropositada a celebração de um empate de Portugal neste Mundial. Mas tal será mesmo só porque não acompanha o rugby jogado neste país. Se o fizesse, aperceber-se-ia do amadorismo que ainda acompanha o desporto da bola oval, da disponibilidade que as famílias semanalmente revelam para que os seus filhos possam comparecer aos treinos e haja escalões de formação em Portugal, da carolice de inúmeros dirigentes cujo denominador comum é o amor ao jogo, do esforço que vem sendo feito pelos clubes no sentido de haver melhores infraestruturas e do enorme sacrifício dos jogadores em conciliar os treinos com os estudos ou o trabalho. Sempre com pouco dinheiro, que este não abunda no rugby em Portugal. Por isso, a bola chutada por Sousa Guedes até pode ter entortado e Deus não ter feito o milagre que os jogadores bem mereciam, mas Portugal empatar com uma equipa profissional como a Geórgia, num Mundial, já foi um sortilégio. Porque não natural, ainda que do domínio do profano, embora a decisão da FPR, presidida pelo Engº Carlos Amado da Silva, de convidar Patrice Lagisquet para seleccionador nacional ajude um pouco a perceber como se encantaram os "Lobos". E nos encantámos todos nós. P-o-r-t-u-g-a-l!!!

 

P.S. Uma nota especial de mérito para as exibições de Jerónimo Portela (médio de abertura), Raffaele Storti (ponta), José Madeira (segunda linha), Pedro Bettencourt (segundo centro) e Nicolas Martins (terceira linha), mas a Selecção valeu como um todo (especialmente na segunda parte).

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09
Set23

Oval da Verdade


Pedro Azevedo

Começou ontem o Campeonato do Mundo de Rugby, o segundo maior evento desportivo à escala mundial. Para aperitivo tivemos um luxurioso França-Nova Zelândia, em Paris, como jogo inaugural. Os gauleses venceram (27-13), o que se traduziu na primeira derrota dos míticos All Blacks numa fase de grupos em mundiais. Portugal também está presente, naquela que é apenas a sua segunda participação em campeonatos do mundo. Curiosamente, a primeira igualmente ocorreu em França, em 2007. Os "Lobos" estrear-se-ão no próximo Sábado, dia 16, contra o País de Gales. 

 

Ao contrário do que acontece no campeonato português, no rugby a este nível as comunicações do VAR podem ser escutadas (e escrutinadas) por todos os espectadores, no estádio ou por via da televisão, em tempo real. Não consta que haja motins à conta disso... Pioneiro na introdução na Europa da ferramenta do vídeo-árbitro, no que acompanhou uma prática antiga da NFL, o rugby cedo se destacou na procura da verdade desportiva, transparência e credibilidade das competições (a que se associa o fair-play dos jogadores). Infelizmente, por cá, no futebol, a revolução vai-se fazendo aos soluços, sempre com as habituais reticências, hesitações e desrespeito por quem paga: o espectador. Se no futebol a luta pela verdade desportiva é um embate permanente contra uma montanha, no rugby encontramos um vale da verdade. Ou uma oval da verdade. (No futebol a bola é redondinha, mas essa é a única perfeição que correntemente se pode associar a este desporto.)

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21
Ago23

Espanha é campeã mundial


Pedro Azevedo

A Espanha, cada vez mais um baluarte no desporto mundial, venceu o Campeonato do Mundo de futebol feminino, batendo na final a favorita Inglaterra, campeã europeia em título. Triunfo justíssimo, assente na qualidade técnica e táctica de jogadoras como Aitana Bonmati, Jennifer Hermoso, Mariona Caldentey ou Olga Carmona. Um jogo fantástico das espanholas, numa final jogada com arte e arrasadora de mitos e preconceitos.  

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27
Jul23

Telma e a encarnação do FF


Pedro Azevedo

Se bem me lembro, como diria o professor Vitorino Nemésio - um homem que já pensava o presente e o futuro uns bons anos antes de Agostinho da Silva se ter tornado (re)conhecido -, o primeiro compromisso internacional de uma Selecção nacional sénior feminina ocorreu contra a Itália. Do pouco que guardo na memória dessa época, tínhamos uma guarda-redes de nome Gena e a melhor jogadora chamava-se Alfredina. Foi o primeiro "boom" do futebol feminino (FF) português, alicerçado nas meninas do Boavista, o clube pioneiro desta grande aventura. Faltou consistência e uma aposta global de clubes e Federação para que o fenómeno vingasse e derrotasse o preconceito, pelo que as fundições ainda imberbes ruíram e o FF regressou a uma semi-clandestinidade. O "Futebol das Meninas" suscitava curiosidade, atraía um certo voyerismo, mas não era levado a sério. Até que, devido ao empenho da actual Direcção da FPF, adesão de clubes como o Sporting, Benfica ou Braga e qualificação de técnicos com uma competência específica, o que antes se estranhava entranhou, encarnou. E deu asas ao sonho: após um Europeu, estamos agora numa fase final do Mundial, pelo que as gerações ligadas a estas conquistas figurarão na história do desporto português. Um nome, decerto, não será jamais esquecido. Trata-se de Telma, madeirense como Ronaldo, e será lembrada por ter sido a autora do primeiro golo de Portugal em fases finais de mundiais. É verdade, no Jardim do Atlântico continuam a nascer as mais finas flores. Será do clima, da terra ou dos adubos? Seja como for, Portugal agradece. Um beijinho à Telma e boa sorte para o jogo com os Estados Unidos. Afinal, o sonho madeirense desde o Sec. XIX é conquistar a América, não é verdade? 

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24
Jul23

Golfinho de prata


Pedro Azevedo

O nadador português Diogo Ribeiro, de apenas 18 anos, que entrou na final (o mais novo em competição) com apenas o 7º tempo entre os presentes, acaba de sagrar-se vice-campeão mundial nos 50m mariposa, o maior feito da natação nacional de sempre, superando o 5º lugar de Yokochi em 86 (Madrid, 200m bruços). Recém-medalhado de prata, o "golfinho luso" obteve também um novo recorde nacional absoluto, terminando a prova com 22,80s, uma progressão de 16 centésimos face ao seu recorde mundial junior alcançado o ano passado em Lima (Peru). Um dia histórico para o desporto nacional, nestes campeonatos que se estão a disputar em Fukuoka, no Japão, e que pouca ou nenhuma cobertura mediática vêm merecendo dos OCS portugueses. 

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